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Bank of America: a geração Z vai transformar a economia mundial e tornar-se a mais rica

Mulher sentada no chão a usar portátil, com telemóvel e bebidas numa bandeja ao lado numa sala acolhedora.

Projeções da Bank of America para a geração Z

De acordo com projeções da Bank of America, a geração Z - nascida entre o final da década de 1990 e o início da década de 2010 - está prestes a alterar o rumo da economia mundial. A expectativa é que, dentro de alguns anos, este grupo etário se torne o mais abastado do planeta.

A mesma análise indica que a geração Z não se limitará a ganhar peso apenas pelo número de pessoas. Pelo contrário: além de vir a ser a geração mais relevante em termos demográficos, deverá também ser a mais rica. A Bank of America aponta que os “Z” formarão a maior coorte da população mundial ao longo dos próximos dez anos, representando cerca de 30 %.

Rendimento global e riqueza até 2040

Em paralelo com esse crescimento, a instituição prevê que esta geração irá acumular 36 000 mil milhões de dólares em rendimentos a nível mundial nos próximos cinco anos, chegando depois a 74 000 mil milhões de dólares até 2040. Em 2023, este valor teria sido de 9 000 mil milhões de dólares.

Influência na economia mundial

À medida que a geração Z se tornar mais dominante, também o seu efeito na economia mundial deverá intensificar-se. Na prática, os padrões de consumo deste grupo tenderão a moldar cada vez mais o funcionamento do mercado.

Como exemplo, a Bank of America refere que a geração Z se está a afastar da economia tradicional, favorecendo a “compatibilidade tecnológica” e o comércio online. “A geração Z vai redefinir o que significa ser um consumidor americano”, explica o banco.

Outro apontamento da Bank of America destaca ainda que, nos Estados Unidos, as pessoas têm comprado menos álcool para consumo em casa - uma tendência que seria particularmente evidente entre os mais jovens da geração Z.

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